Segunda-feira, 31 de Julho de 2006

Condições para o Desenvolvimento Desportivo

desportivo
A fase em que tudo foi permitido já não cabe na lógica dos tempos que vivemos e dos desafios com que somos confrontados.
Se a Câmara Municipal de Penafiel define como um dos importantes vectores -  “O apoio ao associativismo, assentando na parceria com clubes, associações e entidades ...” e respectivo “apoio financeiro aos programas de actividades das instituições desportivas do concelho ...”  importaria adoptar regras de disciplina e rigor no financiamento público.
Torna-se pois necessário definir critérios e prioridades e melhorar as formas de avaliação dos financiamentos que são contratualizados com as associações e clubes do concelho.
A questão reside em saber se os superiores interesses da autarquia prevalecem sobre o hábil, contínuo e sagaz lobbie dos dirigentes desportivos. Reconhecemos que não se trata de um caminho fácil.
Mas por muito difícil que seja políticamente tomar estas decisões, é necessário fazê-lo!.
E este é um dos problemas de que tem enfermado a Câmara Municipal de Penafiel, nomeadamente através do seu (actual?) Gabinete do Desporto.
Aquilo que se passa com as coisas do desporto, impõe-se mais pela lógica dos factos, do que pela fundamentação dos argumentos ou pela oportunidade das perspectivas de desenvolvimento.
E o que preocupa é verificar o conformismo e a funcionalização rotineira que se instalaram, nas estruturas (?) desportivas da Câmara Municipal de Penafiel.
Encontramo-nos perante uma situação complexa, pois que se trata de abordar problemas de estratégia, organização e funcionamento do serviço de desporto.
Complexa porque o desporto é uma área sem tradição orgânica, mas também porque se constrói em torno de modelos que reflectem uma cultura organizacional lenta e disfuncional.
É que o desenvolvimento desportivo não é um conceito neutro do ponto de vista político e a sua explicação é essencial para a correcta compreensão do seu alcance.
Umas vezes opta-se por uma espécie de imaginário desportivo, outras ainda adopta-se um estilo de salto para a frente.
Confunde-se crescimento com desenvolvimento, definem-se intenções sobretudo de carácter quantitativo, mas nega-se o enfrentar das realidades e da posição que sobre elas é necessário tomar. De que adiantará para o progresso do desporto apoiar a participação, se ela não tem como suporte um trabalho de fundo nem se enquadra numa orientação global?
O que se configura é uma enorme confusão sobre o sentido de algumas intervenções, escamoteando deste modo o essencial ao desenvolvimento desportivo.
 
Infelizmente é com cepticismo que avaliamos a possibilidade de a situação se alterar a curto prazo!
sinto-me:
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Domingo, 30 de Julho de 2006

Necessidade de uma Política Desportiva Autárquica

Salvo raras excepções, a Câmara Municipal de Penafiel, tem tido uma visão do desporto, assente no modelo tradicional, sendo uma referência para o seu próprio desenvolvimento.
Na maior parte dos casos, vive sem alternativas, limitando-se a copiar modelos estafados que, em termos de desenvolvimento desportivo a nada conduzirão.
São os pavilhões, as piscinas e as modalidades completas, as oficinas de desporto...
Estas são ideias que ainda dominam o espírito daqueles que têm responsabilidades no mundo da política desportiva local.
A autarquia tem organizado os seus serviços desportivos à imagem e semelhança daquilo que se passa nos clubes, o que tem conduzido a excessos de centralismo que ferem de morte o cumprimento do direito que todos têm a uma prática desportiva regular.
As intervenções desportivas não podem ser utilizadas como acções de cosmética de política desportiva, uma espécie de marketing saloio que a todos quer enganar mas que, no fundo, não engana ninguém.
Os eleitos locais têm de compreender que o desporto deixou de ser qualquer coisa para a qual se olha em regime de necessidade de última hora e para o qual todos são competentes.
Tem de haver competência técnica e administrativa que dê suporte às ideias e aos projectos. As políticas têm de ser idealizadas pela positiva.
Não se pode continuar, de uma forma intelectualmente promíscua, a confundir as diversas áreas, sectores e etapas do fenómeno desportivo.
O desporto deixou de poder ser utilizado como um instrumento de catarse colectiva, já que de um modo geral, as pessoas estão mais esclarecidas e não aceitam muitos dos oportunismos a que se tem assistido.
O desporto é muito mais do que isso.
O desporto que queremos cada vez é menos isso!
Não quer dizer que os oportunismos em matéria desportiva vão deixar de existir.
O que queremos dizer é que os poderes públicos vão começar a ser penalizados, como o não foram no passado.
Os políticos vão começar a ter de, também em matéria de política desportiva,  pagar o preço das opções tomadas!
sinto-me:
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Sábado, 29 de Julho de 2006

Competência e Rigor

Em todas as áreas de actividade se vem fazendo a apologia da competência, como factor preponderante para a resolução de problemas mais ou menos complexos.
O Desporto e a Educação Física pela natureza e alcance das suas actividades, não podem deixar de ser orientadas e dirigidas com a competência e rigor tão apregoados.
O que tem de exigir-se antes de mais, é capacidade, para assumir funções de orientação e ensino das actividades físicas e desportivas.
Isto pressupõe formação de treinadores, de dirigentes, enfim, de todos os agentes daquela orientação e ensino.
O que tem de exigir-se é que a competência se afirme na capacidade de orientação e dirigir todos os intervenientes, com ABERTURA DE ESPÍRITO E ACOLHIMENTO DEMOCRÁTICO.
É necessário um esforço quotidiano e contínuo de forma a criar os estímulos necessários ao desenvolvimento.
Interrogo-me no entanto, se é esta a via que vem sendo percorrida pela Câmara Municipal de Penafiel no tocante ao desporto, se ele conta com pessoas dedicadas, em suma, com profissionais competentes.
Todos sabemos, que a tradição nas coisas do desporto, nos diz que nem sempre assim tem acontecido.
A meu ver, o desenvolvimento desportivo do concelho, deve ser equacionado com rigor em todos os seus parâmetros e problemas, para que de facto seja possível determinar as decisões que levam a alterações e transformações qualitativas.
O esforço a fazer é o de elaborar actividades e formas adaptadas, de modo a criar etapas sucessivas no processo de desenvolvimento.
Espera-se que esse esforço não abandone a visão cultural e social que é necessário assumir quando se trata de actividades onde o Homem é ao mesmo tempo sujeito e objecto de tudo o que nele se integra.
O desenvolvimento do desporto encaminha-se para um ponto que coloca uma questão central à capacidade real da sua organização pelas instituições tradicionais.
Não realizar a tempo os objectivos das actividades físicas e desportivas, representa uma perda de oportunidade que reduz o alcance educativo e formativo que se pretende dilatar no seio da juventude e da população em geral.
Não se pode continuar a confrontar os jovens com os modelos e exemplos que têm sido defendidos numa perspectiva alienante de valores humanos, sociais e culturais.
Se é importante fazer a tempo, é de todo desaqconselhável que se perca tempo sem saber o que fazer!
Mas não é tempo de vender ilusões e utopias.
Oxalá as transformações e evoluções em curso não caiam na tentação de afastar o desporto do seu caminho natural.
Espera-se sobretudo um futuro maior e melhor do que no passado!
Esta é uma tarefa e também uma esperança realizável nos tempos que hão-de vir.

As potencialidades não estão esgotadas, pelo contrário, não são ainda acessíveis a um número significativo de pessoas...!

sinto-me:
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2006

Gabinete do Desporto? II - Um equívoco (des)necessário

Em termos genéricos, O Gabinete do Desporto constituiu-se como uma resposta para ultrapassar necessidades em determinadas áreas no âmbito do desenvolvimento desportivo.
Determinadas as coordenadas que motivaram a sua formação, seria necessário que o caminha a percorrer fosse bem definido.
Mas a história diz-nos que nem sempre o o Pelouro do Desporto e o seu Gabinete têm cumprido cabalmente as suas responsabilidades na problemática do desenvolvimento desportivo.
Até hoje não conseguiram e não conseguirão responder aos novos motivos e interesses que o cenário desportivo reclama:
                primeiro por incapacidade de assimilar um conceito de desporto;
                segundo porque os pressupostos locais e humanos não estão à altura deste desafio.
Não há competência técnica nem administrativa que dê suporte às (poucas) ideias e aos (inexistentes) projectos.
Se a Câmara Municipal de Penafiel pretende de facto encarar as suas responsabilidades no âmbito do desenvolvimento desportivo, tem de mergulhar numa reflexão profunda, ainda que haja reconhecidos obstáculos. Obstáculos que resultam da natureza, características e ambições dos agentes políticos e do quadro ideológico em que nos movimentamos.
Esta a questão central, que só poderá ser iludida por aqueles a quem não interessa alterar nada daquilo que foi o passado.
E que não se diga que isto é sectarismo ou pura politiquice.
Percebe-se agora a espécie de doença infantil de que o Gabinete do Desporto parece enfermar: - em matéria de política desportiva, pensa pouco e discute ainda menos.
Sugerimos a necessidade e a urgência em reanimar o discurso desportivo no seu sentido pedagógico e social para domínios que tenham a ver com os seus aspectos organizacionais.
É necessário definir uma política desportiva, digna desse nome e que responda às aspirações que de há alguns anos se vêm a manifestar nas práticas desportivas.
É que cuidar do desporto passa por garantir estabilidade, com menos imagem, mais obra e mais acção!
Os exemplos de más práticas abundam, ainda que elas possam passar despercebidas ao comum dos cidadãos.
Deixamos clara a mais completa rejeição às atitudes políticas que se vão tornando típicas, face à promoção da prática desportiva no concelho: - O desporto é olhado como uma mãe de todas as batalhas: Uma vez que pouco ou nada existe, vai de criar quadros de actividades paralelas!
A isto corresponde aquilo que é conhecido como a agitação ou pirotecnia desportiva.
Lembramos aos pirotécnicos que a agitação desportiva é como urinar nas calças: aquece e sabe bem ao princípio mas, depois, é muito desagradável.
 
De facto são necessárias mudanças: - de pessoas, de mentalidades e de ideias – sob pena de num futuro próximo o serviço público de desporto, entrar em colapso.
sinto-me:
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2006

Gabinete do Desporto? I - Um equívoco (des)necessário

Vemos manterem-se hoje no desporto da nossa cidade, critérios e procedimentos retrógrados e obscurantistas, irracionalidades e aberrações, isto é, situações de ausência de lógica e de atraso e marginalidade em relaçõa a outros domínios.
Quando a Câmara Municipal de Penafiel decidiu criar o Gabinete do Desporto, criaram-se grandes expectativas e ilusões à sua volta. Mas depressa elas ficaram a meio do caminho!
Afinal o gabinete do desporto, parece, foi criado para substituir o trabalho do(s) vereador(es) do pelouro respectivo, protegendo-lhe(s) de certa forma a imagem pública, ocultando algumas das suas responsabilidades e lacunas.
Aquilo que transparece, é a inexistência de uma verdadeira metodologia de trabalho, sendo antes deixado à interpretação pessoal do(s) seu(s) responsável(eis) a gestão de programas e actividades.
Como resultado, aquilo que se tem verificado é que se continua a confundir, de uma forma intelectualmente promíscua, as diversas áreas sectores e etapas do fenómeno desportivo.
As acções desportivas têm sido submetidas a dinâmicas onde tem prevalecido mais o voluntarismo ou a arbitrariedade do que a racionalidade, - fruto lógico de uma boa planificação. Aquilo que se passa impõe-se mais pela lógica dos factos do que pela fundamentação dos argumentos ou pela oportunidade das perspectivas de desenvolvimento.
Sabemos também que a cedência ao mais fácil ao que é cómodo ao que suscita menor reflexão, é um dos traços mais evidentes de um certo anti-intelectualismo que caracteriza certas pessoas e organizações no território desportivo da nossa cidade.
O Gabinete do Desporto não pode ser gerido ao sabor do imprevisto, através de processos de gestão por impulsos e sem ideias concretas!
Aquilo que queremos referir é que determinado tipo de acções e iniciativas, chamadas de desenvolvimento desportivo, prescrutam apenas as circunvalações do umbigo, possibilitando o atravessar do terreiro público sem sobressaltos de maior.
Vive-se um conjunto de lugares-comuns e ideias avulsas, algumas perfeitamente desajustadas do tempo e outras em completa contradição
– é óptimo para exibir, mas de reduzida eficácia e dinâmica organizativas.

Um paradoxo na organização mais vasta a que pertence!

(continua ...)

sinto-me:
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Quarta-feira, 26 de Julho de 2006

A Responsabilidade do Pelouro do Desporto

No limiar de mais uma época desportiva, voltam a dinamizar-se os múltiplos interesses dos que afirmam que têm novos planos e intenções de aumentar actividades desportivas, eventos, equipamentos e tantos outros, destinados à população em geral e à juventude em particular.
Estamos em crer que neste período de férias se aproveite para, em repouso activo, se reflectir sobre a necessidade de promover o ajustamento desses planos e intenções, à execução das acções, de modo a assegurar-lhes uma actuação coerente.
O desporto assume-se como um instrumento estratégico utilizado das mais diversas formas pelas estruturas políticas. Por isso não faz sentido que a Câmara Municipal de Penafiel não o utilize de uma forma integrada no processo de desenvolvimento, limitando-se a atribuir-lhe um valor de mera compensação de favores e de angariação de alguns votos. Os interesses instalados, não devem impedir de ver longe e com amplidão!
A configuração do desporto não é uma questão de profecia, antes, de definir que desporto se quer ter no futuro. Claro que não se pode fazer tudo, no entanto, pode fazer-se muito.
Se a juventude, como se defende frequentemente na área política, é de facto o motor do futuro, não se pode ficar indiferente perante as dificuldades e os enganos do presente, tanto mais quando eles projectam os erros do futuro!
A transformação da situação desportiva em Penafiel, deveria processar-se a partir de um conceito de desenvolvimento desportivo, que deixe de estar fundamentado no empirismo e na recusa de modelos de actuação científica.
Por mais que se multipliquem as entrevistas e as declarações de intenções, os resultados estão à vista de todos.
Continuamos a não dispor de qualquer plano de desenvolvimento desportivo e não há estratégia que altere este quadro!
De todo o modo não é aceitável que o serviço desportivo prestado pela autarquia (Gabinete do Desporto?), não paute a sua gestão por critérios de qualidade.
Estamos perante um fenómeno que não tem uma exclusiva explicação de natureza política. Esta situação revela isso sim, um dado de natureza mais simples: Ausência de competência e rigor!
Atravessamos um momento em que se torna necessário que se intuam horizontes, que se proponham pistas, que se determinem caminhos, que não se abafem os poderes criativos para responder às solicitações dos cidadãos.
Mas que simultâneamente não haja lugar para a mediocridade, para a ignorância atrevida ou para comportamentos reaccionários.
sinto-me:
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Domingo, 23 de Julho de 2006

O nosso Associativismo Desportivo

                     Associativismo Desportivo - Penafiel

Ao longo dos últimos anos, a Câmara Municipal de Penafiel tem mantido um apoio às associações e clubes desportivos do concelho, e sem a sua intervenção não haveria desenvolvimento desportivo algum.
Estes apoios têm-se traduzido na atribuição de subsídios e no estabelecimento de Contratos-Programa de Desenvolvimento Desportivo, especialmente para um conjunto mais restrito de colectividades. Estas, parecem ter surgido de uma espécie de iniciativa central, a fim de dinamizar espaços e modalidades desportivas inexistentes ou de fraca expressão no quadro do Sistema Desportivo.
Por isso estes clubes diferem dos outros, no sentido em que o peso do Município e a iniciativa são mais importantes. Foram impulsionados para quebrar algum do marasmo então existente.
Tem sido esta uma das fórmulas encontradas e que nos últimos anos tem afectado recursos económicos importantes do orçamento municipal.
Assentando numa lógica onde operam alguns interesses, traduziu-se numa política excessivamente proteccionista e assistencial.
As orientações que advêm do passado, conduziram a verdadeiros becos sem saída e têm-se traduzido entre outros aspectos, nos seguintes: 
-  políticas de investimentos geradoras de despesas correntes com peso significativo no orçamento; 
-  alguma insuficiências de gestão por força de sobrecarga orçamental; 
-  precariedade de investimentos em equipamentos à escala das necessidades reais.
Apesar destas circunstâncias permitomo-nos sublinhar a importância do valor social inestimável que estes clubes representam. 
É com eles que se tem de contar para o desenvolvimento desportivo, porque são eles que continuam a dedicar-se à promoção desportiva e ao enquadramento de grande número de crianças e de jovens.
Isto pressupõe da parte do município uma estratégia moderada de intervenção, no sentido de que, procurando evitar rupturas o tecido associativo se regenere.
Torna-se necessário dedicar especial atenção a esta problemática, pois que, como todos sabemos, existe toda uma logística e um conjunto de recursos que urge valorizar e potenciar.
Soluções prontas a servir não temos mas algumas orientações não nos furtamos a indicá-las:
1. Urgência em fazer um ponto da situação;
2. Urgência em conhecer os meios financeiros com que o Desporto pode contar para levar à prática os Programas que cumpre operacionalizar;
3. Urgência em serem definidas estratégias no sentido de ser construida uma identidade colectiva.

As expectativas mantêm-se na ordem do dia, na medida em que se sabe como a exequibilidade dos programas têm de rever as propostas de modo a ajustá-las aos níveis orçamentais.
A dinâmica que interessa ao desporto é a da insatisfação do nosso saber e das experiências vividas, cortando assim alguns dos laços que nos grudam ao passado, e assumindo definitivamente o rumo em direcção ao progresso do desporto, assente em padrões de valor cultural e de qualidade.

sinto-me:
publicado por PenaSport às 22:07
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